Crime aconteceu em Sítio Novo e homem foi localizado em ponte na divisa da cidade com o Maranhão. Mãe percebeu mudança no comportamento da filha e acionou o conselho tutelar e a Polícia Civil.
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Homem de 40 anos foi preso no domingo (6) — Foto: Divulgação/ Polícia Civil
O principal suspeito de cometer abusos contra uma criança de 11 anos em Sítio Novo do Tocantins, no norte do estado, foi preso. Ele é padrasto da menina e foi denunciado pela companheira, depois de relatos da filha.
O homem, de 40 anos, foi localizado no domingo (6), por equipes da Polícia Civil do município. Ele estava na ponte que faz divisa entre São Miguel e o município de Imperatriz (MA). Mas buscas pelo suspeito começaram no dia 24 de julho.
A investigação começou quando a mãe da menina desconfiou da mudança de comportamento da criança. A princípio a menina a princípio morava com os avós, mas depois de certo tempo voltou a viver com a mãe. Foi quando os abusos começaram.
Em um período de seis meses na casa da mãe e do padrasto, a criança se tornou retraída e se alguém perguntava o motivo, ela chorava. Depois de um ano e meio, o relacionamento entre o casal terminou e a menina falou sobre os abusos que sofreu. A mãe procurou o conselho tutelar e logo depois a polícia passou a investigar o crime.
Depois de ser preso, o padrasto negou os abusos. Mas mesmo com os relatos da mãe, atendimento psicossocial à menina e exames de conjunção carnal, o estupro de vulnerável foi confirmado. A Polícia Civil indiciou o homem em maio deste ano e a prisão preventiva foi deferida em julho. Mas ele ainda não havia sido encontrado.
O suspeito foi levado para a Central de Atendimento da Polícia Civil em Araguatins e depois encaminhado à Cadeia Pública da cidade.
O delegado Teofábio Alves Siqueira, que conduziu a investigação, fez o alerta diante do crime que aconteceu dentro de casa. “As vítimas sempre dão sinais de que algo está acontecendo. Por isso, é importante que os familiares estejam atentos ao comportamento de seus filhos, procurem um serviço especializado e, principalmente, denunciem para que a Polícia Civil possa colher os elementos necessários, levando à justiça”, orientou.







