Crime aconteceu em janeiro de 2022 e suspeitos foram presos no Mato Grosso em fevereiro deste ano. Suposto atirador teria sido contratado por R$ 200 mil, mas recebeu R$ 7 mil, segundo o documento. Inquérito será enviado ao Ministério Público, para possível denúncia.

Nilton Alcântara Neves, de 60 anos, foi executado em Palmas — Foto: Arquivo Pessoal
A Polícia Civil concluiu o inquérito que investiga a morte do empresário Nilton Alcântara Neves, de 60 anos, e indiciou dois homens suspeitos de armar a embosca e executar o crime. O documento também aponta que um suposto mandante estaria morando no México. O assassinato aconteceu no dia 25 de janeiro de 2022em um posto de combustíveis da ASR-SE 75 (Antiga 712 Sul). A vítima era proprietária do estabelecimento.
Os indiciados foram presos durante ação policial em Cuiabá, no Mato Grosso, e recambiados para o Tocantins no dia 14 de fevereiro deste ano. Eles estão presos na Unidade Penal de Palmas.
Segundo o relatório final do inquérito, assinado pelo delegado Eduardo Cezar de Menezes Dias Ribeiro, ao qual teve acesso o Jornal do Tocantins, um dos suspeitos, Eder Pereira da Silva seria o autor dos disparos que mataram o empresário. Já Adalto Ramalho da Silva teria dado apoio na fuga do primeiro.
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Empresário foi assassinado em posto de combustíveis de Palmas — Foto: Ana Paula Rehbein/TV Anhanguera
Na investigação, que levou à prisão dos suspeitos e busca e apreensão de bens de 11 pessoas que também poderiam estar ligadas ao crime, a polícia descobriu que um dos investigados afirmou, em conversa por aplicativos de mensagem, que o possível mandante estaria morando no México.
Ainda na conversa que estava em um dos celulares apreendidos, Eder teria cobrado R$ 200 mil para fazer o ‘serviço’ e recebido apenas R$ 7 mil, levando assim um ‘calote’. A pessoa que tinha essa informação sabia do caso, mas não havia provas que a ligassem ao crime.







