Os Whittaker, que se comunicam algumas vezes através de urros e grunhidos, sofrem de diversas doenças autossômicas dominantes por conta de casamentos consanguíneos

O documentarista e fotógrafo Mark Laita quebrou um paradigma na mente de muita gente que tinha na família Targaryen de ‘Game of Thrones’ e ‘House of The Dragon’ os representantes máximos da prática de casamento consanguíneo. Ao apresentar para o mundo a família Whittaker por suas lentes, ele mostrou como a prática, considerada crime em alguns países, pode acarretar em danos severos à saúde dos descendentes dessas relações.
À primeira vista, a família americana seria o que o imaginário pop aponta para famílias seitas religiosa retratadas de forma caricatural em diversas produções de terror. Contudo, Laita jogou luz sobre essas figuras folclóricas, mostrando que elas são mais reais do que muitas pessoas imaginam.







